Nesse espaço, o público assiste a renomados profissionais da gastronomia realizando palestras sobre cases de sucesso, elaborando pratos, listando produtos e ensinando receitas de várias regiões do país. A participação é gratuita, mas sujeita à lotação. As senhas são distribuídas meia hora antes do início das aulas.

*Lotação de 30 pessoas.
*Programação sujeita a alteração sem aviso prévio.

Sábado, 23/3, às 13h: Bruno Souza Sebrae ( MG)

Tema:  Sabe de onde vem esse café?

Sábado, 23/3, às 14h: Marcelo Petrarca, Brasília, DF

Tema: Cozinha descomplicada

Sábado, 23/3, às 15h: Silvia Gonzaga, Cave 18 (Vale dos Vinhedos, RS)

Tema: O sucesso dos espumantes no Brasil e seus entraves.

Sommelière formada pela ABS-MG e também professora nessa instituição. Ministra cursos básicos e temáticos de vinhos em Belo Horizonte, onde trabalha há 12 anos. É proprietária da Santé Bebidas Finas e fundadora da marca de espumantes boutique CAVE 18.

Sábado, 23/3, às 16h: Marco Espinoza, Taypá (Brasília, DF)

Tema: Atum nikkei

É um expoente da nova gastronomia ao fundir a cozinha contemporânea com elementos, produtos, e temperos tipicamente peruanos.  Comanda o Taypá, em Brasília, eleito um dos cinco melhores peruanos do mundo pelo jornal Diario el Comercio, do Peru.  Aos 35 anos, 15 como chef, Espinoza mudou-se de Lima para Buenos Aires aos 19 anos. Formou-se chef pelo I.A.G e foi chef executivo da embaixada peruana na Argentina, de onde saiu  para ficar à frente do restaurante Bardot, em Palermo. De lá seguiu para as principais cozinhas portenhas antes de fixar-se na capital brasileira para fundar o Taypá.  Desde 2013 fincou território no Rio para estar também à frente do Lima Cocina Peruana, em Botafogo. Em 2015 inaugurou o Muju Restobar em Porto Alegre. Em 2017 abriu uma filial do Lima Cocina Peruana em Campinas (SP) e iniciou o ano de 2018 com a marca gastronômica Lima Restobar em São Paulo, capital. Com o título recebido pelo Taypá de ‘Melhor Restaurante Peruano no Brasil’ do governo do Peru, Espinoza recebeu uma medalha pelo seu talento e excelente trabalho realizado no restaurante. Foi eleito chef do ano pelo júri de Veja Brasília “Comer & Beber” em 2014 e pelo guia gastronômico Brasília Show Gastronomia 2016/2017.  Também foi convidado para comandar a cozinha da Casa do Peru, nas Olimpíadas Rio 2016.

Sábado, 23/3, às 17h: Gilmar Borges, (Pirenópolis, GO)

Tema: Doces tradicionais goianos

É cozinheiro, pesquisador da gastronomia de raiz, mineiro de Araxá radicado em Goiás; se dedica ao estudo, pesquisa e valorização da gastronomia brasileira, sempre buscando resgatar as tradições rurais e típicas do nosso país. Participa de vários festivais, congressos e eventos de gastronomia, onde vem apresentando seus pratos da cozinha de raiz ancestral goiana. Tem 25 anos de experiência na área culinária, com diversos cursos e especializações. É amante do movimento Slow Food. Atualmente trabalha como personal chef, ministrando cursos, realizando eventos e apresentações de gastronomia regional valorizando os produtos da cozinha de raiz. Mora em Pirenópolis onde passa a vida entre tachos e fornadas pesquisando novos sabores e atendendo a todos que amam a gastronomia.

Sábado, 23/3, às 18h: Chef Andréa Munhoz, Lake's (Brasília, DF)

Tema: A versatilidade dos molhos na culinária

Domingo, 24/3, às 13h: Bruno Pelissari, Café Orfeu (Botelhos, MG)

Tema: O fascinante mundo dos cafés especais.

Domingo, 24/3, às 14h: Chef Kalymaracaya, (Campo Grande, MS)

Tema: Poheu – Bolinho de mandioca ao caldo de carne soleada

Letícia Mendes Nogueira, conhecida em meio a seus pares como Kalymaracaya, nome de origem indígena, é cozinheira, nascida na aldeia Bananal, distrito de Taunay de Aquidauana, Mato Grosso do Sul. Única chef indígena do país, é formada em turismo, tem curso profissionalizante em cozinha e faz pós-graduação em História e Cultura Indígena e Afro-Brasileira. O saber indígena contribuiu para mesclar a teoria aprendida em sala de aula e conseguiu acoplar técnicas culinárias indígenas com toque contemporâneo e sutilmente reproduzí-las em sua cozinha. Trabalha com ingredientes cultivados na aldeia e preserva na receita sua essência. Kalymaracaya, participa de programas de televisão e de festivais de gastronomia nacionais e internacionais (Figa – Manaus – AM, Fegasa – Corumbá – MS, CataGuavira, Bonito – MS, Ame Tauná, Santa Cruz de la Sierra/Bolívia), além de ter feito parte da Expedição Fartura 2016 por Campo Grande. Em 2015 foi parte integrante do projeto de pesquisas com pimentas crioulas de índias Terena intitulado #AlegriaDoGosto realizado pelo Instituto Paulo Machado. Desde 2014 é integrante do movimento Slow Food Convivium Campo Grande/MS.

Domingo, 24/3, às 15h: Chef Tiago Santos, Le Jardin Bistrot (Brasília, DF)

Tema: O uso do cogumelo na gastronomia francesa

Domingo, 24/3, às 16h: Breno Lerner, editor de livros, ex-Melhoramentos, autor de “El Ganso Marisco”, São Paulo SP

Tema: Pratos brasileiros – seus mitos e nomes

O convívio com os avôs e avós até a vida adulta teve forte influência na vida do chef Breno Lerner. Foi com as matriarcas da família que ele conheceu a culinária judaica e os princípios da cozinha. Após concluir sua formação acadêmica, ele enveredou para a área do marketing e, integrando a equipe de uma editora, se aprofundou no estudo da história da culinária, seus ingredientes e episódios. Escreveu livros sobre culinária, sendo que um deles foi premiado como melhor livro do mundo no Gourmand Cookbook Awards na França, o mais aclamado premio de livros de gastronomia do mercado editorial. Atualmente tem um programa de TV chamado A Cozinha da Idishe Mome (a cozinha da mãe judaica), no ar há 5 anos.

Domingo, 24/3, às 16h: André Castro (Cozinha Authoral, Brasília, DF), Ana Paula Jacques (Cerrado no Prato, Brasília, DF) e Eudes Assis (Taioba Gastronomia, São Sebastião, SP), com mediação de Luiza Fecarotta (curadora do Fartura Comidas do Brasil)

Tema: Bate-papo sobre o manifesto Cerrado no Papo