Atrações musicais.

*Programação sujeita a alteração sem aviso prévio.

Sábado, 23/3, às 14h: Quarteto de violões e percussão com Manassés de Sousa, Claudio Alencar, Bosco Oliveira e Sandro Alves

Manassés, Cacau e Bosco se conhecem há cerca de 30 anos. No momento atual, firmaram uma parceria para a realização de um trabalho musical em formato de trio de violões. O repertório do quarteto vai do popular ao improvável, passando pelo rock, pelo erudito, pelo jazz e pela música regional brasileira. No show do Festival Fartura Brasília estarão acompanhados do percussionista Sandro Alves, encarregado das dinâmicas e nuances rítmicas do trabalho musical.

Sábado, 23/3, às 16h: Fernando César e Regional

Fernando César é filho da geração de chorões que chegou a Brasília ainda no período da construção da cidade. Sua carreira é formada em completa imbricação à cena do choro brasiliense. O Regional de Fernando César é formado por Pedro Vasconcellos no cavaquinho, Thanise Silva na flauta, Tiago Tunes no bandolim e Valerinho Xavier no pandeiro. Instrumentistas que apresentam individualmente caminhos sólidos percorridos no universo do choro. No repertório constam músicas de grandes mestres e referências do choro com Pixinguinha, Benedito Lacerda e Sivuca.

Sábado, 23/3, às 18h: Choro Livre

Filho dileto do Clube do Choro de Brasília, o regional Choro Livre tem no seu batismo a tradução de como vê e toca o gênero: criativo e aberto a novas influências. O Choro Livre já atuou ou dividiu o palco com monstros sagrados da MPB, como Nelson Cavaquinho, Moraes Moreira, Ivone de Lara e Paulinho da Viola. Com um repertório de clássicos da MPB que exaltam o Brasil e o povo brasileiro, o grupo é formado por Reco do Bandolim (bandolim), Fernando César (violão 7 cordas), George Costa (violão 6 cordas), Marcio Marinho (cavaquinho) e Valério Xavier (pandeiro).

Sábado, 23/3, às 20h: Esdras Nogueira

Esdras Nogueira é saxofonista, produtor e cozinheiro e divide seu tempo entre suas paixões. Durante os últimos anos, se firmou como um dos nomes da nova musica instrumental brasileira e seu nome ganhou destaque nacional pela banda Móveis Coloniais de Acaju. Munido de seu saxofone baritono, ele leva sua carreira pela música instrumental e muito brasileira, com influências do carimbó, jazz, salsa, samba, música africana e latina.

Sábado, 23/3, às 12h, 13h, 15h, 17h, 19h e 21h: DJ Rodrigo Barata (Criolina)

DJs Criolina é um dos fundadores do Coletivo Criolina, que atua em Brasília e outros estados desde 2004, realizando shows, festas, festivais, bloco de carnaval, curadorias, programas de rádio e TV, festas de rua, oficinas em escolas públicas, ativismo cultural e atua também como baterista da banda Muntchako. No setlist, muita música brasileira, de suas raízes às misturas mais modernas, passando por influências afro-latinas e beats globais

Domingo, 24/3, às 14h: Transquarto

Projeto instrumental formado em Brasília, em 2015, Transquarto dialoga experimentalmente com os diferentes ambientes do pop e do underground. Como conceito, o grupo recria paisagens sonoras ancoradas na intensidade e sutileza da experiência transcendental, nos diferentes níveis da consciência, dos mais profanos aos mais etéreos.

Domingo, 24/3, às 16h: Galinha Caipira Completa

O Galinha Caipira Completa é um grupo de vanguarda. Sua proposta é mesclar a diversidade do repertório de música brasileira, como choro, samba, baião a composições próprias de maneira criativa, explorando toda a musicalidade dos seus integrantes e mostrando uma nova maneira de se tocar música instrumental

Domingo, 24/3, às 18h: Muntchako

O trio se lançou em 2014 e o primeiro álbum veio em 2017. Com referências plurais, que únem a experiência de cada um dos integrantes no mercado fonográfico, o Muntchako traz uma música instrumental, sem letra, mas com muitos sotaques. Os ninjas da arte dançante que compõe o trio são: Samuel, Barata e Macaxeira.

Domingo, 24/3, das 11h às 13h, às 15h, 17h e 19h: DJ Rodrigo Barata (Criolina)

DJs Criolina é um dos fundadores do Coletivo Criolina, que atua em Brasília e outros estados desde 2004, realizando shows, festas, festivais, bloco de carnaval, curadorias, programas de rádio e TV, festas de rua, oficinas em escolas públicas, ativismo cultural e atua também como baterista da banda Muntchako. No setlist, muita música brasileira, de suas raízes às misturas mais modernas, passando por influências afro-latinas e beats globais